Sexta-Feira, 22 de Dezembro de 2017 - 09:03 (Cultura)

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VALORIZAÇÃO DE ARTISTAS: GRAFITEIROS DE PORTO VELHO ILUSTRAM FACHADA E INTERIOR DA IVAN MARROCOS

Esse espaço precisa ter um ar moderno e limpo no quesito artístico”, diz a diretora.


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Elias Santos, que leva o nome artístico “Rabisk” recebeu esse nome quando ainda criança pintava os papeis do caderno na escola e diziam que ele somente rabiscava. Ao se identificar com a arte do desenho, Rabisk passou a aperfeiçoar o grafite como profissão. Hoje ele é grafiteiro muralista e um dos profissionais que participou da visualização da fachada da Casa da Cultura Ivan Marrocos.

Artistas muralistas de grande surfasse, são profissionais que fazem desenhos em alta dimensão, como é o caso dos “Gêmeos”, artistas brasileiros reconhecidos mundialmente, nos fala a diretora da Casa da Cultura, Margot Paiva. “O conceito da nova fachada da Casa é de Piet Mondrian, pintor modernista neerlandês. Esse espaço precisa ter um ar moderno e limpo no quesito artístico”, diz a diretora.

A Casa da Cultura é administrada pela Superintendência da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel). Sua reforma é uma parceria com secretarias do governo e mão de obra de reeducandos.

Os trabalhos do grafiteiro Elias estão expostos no principal shopping da Capital de Rondônia, em empresas, na rua e até virou cenário do filme “Rodantes”, onde o artista foi responsável por todo o cenário do grafite. Um dos primeiros grafites de Rabisk é a arte de uma garota com uma câmera em um muro em frente ao Palácio do Governo na avenida Farquar, em Porto Velho.

O artista vive somente dos trabalhos voltados para o grafite. Para Rabisk o esperado nesse segmento artístico é o reconhecimento mundialmente e virar evidência em Rondônia, assim como, também sonha Franciney Vasconcelos, outro artista que também participou das transformações da Casa.

Franciney é natural de Santarém (PA), e além da fachada, ilustrou o interior da Casa da Cultura. Além do mais, o artista também vai pintar o nome da Galeria Afonso Ligório. Já participou de mais de vinte exposições coletivas e pela primeira vez participará do Salão de Artes de Plásticas de Rondônia (Sart) é também, campeão do concurso artístico Conselho Regional de Medicina de Rondônia (Cremero).

A habilidade de Franciney vem dos cursos que fez pelo Brasil e até xilogravura na Itália. Com sua prática artística, Franciney cria e desenvolve seu trabalho. Para o artista uma parede boa para pintar é aquela que não seja muito lisa, ou que seja paredes que não seja coberta por massa corrida. “Temos dificuldade em fazer um trabalho, mas nossa realização como artista é ver o trabalho finalizado e vê que as pessoas contemplam o produto final”, afirma Franciney.

Fonte: 012 - SECOM - GOV/RO

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