Quarta-Feira, 24 de Fevereiro de 2016 - 09:00 (Hidreletricas do Madeira)

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USINA JIRAU ENTREGA TRATOR E EQUIPAMENTOS PARA COOPERATIVA DE AGROEXTRATIVISMO DO MÉDIO E BAIXO MADEIRA

A doação vai beneficiar produtores do distrito Demarcação nas atividades da Agroindústria de Processamento da Farinha de Mandioca


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A Energia Sustentável do Brasil (ESBR), concessionária da Usina Hidrelétrica Jirau, entregou no dia 18 para a Cooperativa de Agroextrativismo do Médio e Baixo Madeira (COOMADE), um trator agrícola, um arado reversível, uma grade niveladora mecânica, um reboque agrícola basculante e uma plantadora de mandioca. A doação custou R$ 154.500,00 e vai beneficiar produtores do distrito Demarcação nas atividades da Agroindústria de Processamento da Farinha de Mandioca.

De acordo com a analista de Socioeconomia da ESBR, Vânia Costa, a doação tem como objetivo apoiar as ações referentes ao Projeto Básico Ambiental, conforme previsto no Programa de Ações à Jusante da Usina Jirau. “Com o trator e os implementos agrícolas, os produtores cooperados da região de Demarcação, terão acesso a maquinários que antes não possuíam. E o resultado será o fortalecimento do plantio da mandioca, matéria-prima na produção de farinha, além de agregar valor ao projeto da Agroindústria”, acredita Vânia.

Segundo o secretário executivo da COOMADE, João Batista Carvalho, a chegada da modernidade na produção de farinha é um incentivo para a agricultura familiar na localidade beneficiada com a doação. “Com esses equipamentos e o início do funcionamento da agroindústria, daremos um salto na qualidade dos nossos produtos”, disse.

Incentivo tão esperado pelo produtor rural Raimundo Jacqsen Moraes Pinto, que segue a tradição familiar na produção de farinha de mandioca, sua principal fonte de renda. Com o reforço dos implementos, o produtor espera aumentar sua plantação, que atualmente é de sete hectares. “Eu tenho a esperança de que a nossa renda vai aumentar e o nosso trabalho, que é difícil e manual, vai diminuir. Hoje temos que plantar, colher, produzir a farinha, trazer para Porto Velho e vender. Tudo isso gera um custo alto e o lucro fica mínimo. Com a agroindústria, vamos plantar e vender a mandioca na própria comunidade. Com certeza vai gerar um lucro maior”, ressalta o senhor Raimundo.

A Energia Sustentável do Brasil oferece todo o apoio aos agricultores nos processos de produção, com acompanhamento de equipes técnicas desde o plantio até o processamento da matéria-prima na agroindústria. E antes da instalação dos equipamentos, promove cursos e treinamentos de gestão, qualidade, entre outros, com objetivo de preparar os produtores para a nova realidade.

O Programa de Ações à Jusante deve favorecer aproximadamente 500 famílias ribeirinhas com a implementação de três agroindústrias no Baixo Madeira: uma de farinha de mandioca em Demarcação, prevista para ser inaugurada até o final de março; a segunda em São Carlos, de castanha-do-brasil; e a terceira no distrito de Nazaré, de polpa de frutas.

Fonte: usina hidrelétrica jirau

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