Sexta-Feira, 09 de Março de 2018 - 18:49 (Saude)

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NEFROLOGIA DO HOSPITAL DE BASE ALERTA SOBRE RISCOS E SOCORRE RENAIS CRÔNICOS EM PORTO VELHO

Quinta-feira (08) foi o Dia Internacional da Mulher e também o Dia Mundial do Rim.


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No corredor do Hospital de Base Ary Pinheiro, a equipe consulta as pessoas, distribui panfletos e orienta pacientes com problemas renais para tratamento imediato.

Quinta-feira (08) foi o Dia Internacional da Mulher e também o Dia Mundial do Rim.

“A campanha mundial começou e aqui estamos também fazendo a nossa parte”, disse o chefe do Setor de Nefrologia do Hospital de Base Ary Pinheiro, enfermeiro Gilmar Meireles.

Até o começo da tarde de quinta-feira, a equipe havia feito cerca de 80 aferições de pressão arterial e 70 de glicemia. Acompanhantes constataram que têm hipertensão. Sofrendo pressão alta, todos eles foram orientados a procurar o Programa Saúde da Família.

Segundo Meireles, ao longo dos anos, essa campanha tem-se intensificado, e com isso aumenta o número de pessoas alcançadas com informações sobre prevenção e a importância do diagnóstico precoce da doença renal crônica.

Nesta sexta-feira (9), das 16h às 17h, a equipe faz pit stop em frente à Churrascaria Boi na Brasa, na esquina das avenidas Rio Madeira com José Vieira Caúla.

No ano passado, o tema da Sociedade Brasileira de Nefrologia – que promove a campanha – foi Doença Renal e Obesidade, e neste ano, Saúde da Mulher.

“Beba água, cuidado com o excesso de sal”, recomendou a acadêmica de medicina Poliana Gurgel, integrante da equipe. Dois anos atrás, ela e o marido Danilo constataram que ele tinha hipertensão arterial (HAS). Quando Danilo foi buscá-la no final da campanha, a técnica da nefrologia Cristina verificou a pressão dele, que subia para 180 x 90. Correram para a UPA.

“Conto essa história, porque este ano não foi diferente, e certamente mudamos a vida de algumas pessoas”,  disse Poliana. “Hipertensão é assintomática [nem sempre apresenta sintomas] e deve ser tratada, porque leva à doença renal”, alertou.

A lista de pessoas que aguardam transplante de rim em Rondônia se aproxima de cem. Entre 400 e 500 pacientes renais crônicos poderiam se beneficiar do transplante renal no estado, entretanto, para interromper o crescimento da lista de espera, a média de transplante teria que ser de 50 por ano. Até o ano passado era possível fazer 12.

O HB melhora. No final de 2018 a Central de Transplantes recebeu as duas primeiras máquinas de perfusão de rins do estado. Elas funcionam como bombas que ao mesmo tempo que protegem o órgão a ser utilizado para o transplante, preservam a sua temperatura baixa e mantém a passagem contínua de um soro especial por dentro do rim para a sua preservação.

CUIDE DOS SEUS RINS

► Você está acima do peso ideal? Tem pressão alta? Sobre de diabetes mellitus?

► Há pessoa com doença renal crônica na sua família? Você fuma? Tem mais de 60 anos?

► Tem problema no coração ou nas veias das pernas – a doença cardiovascular?

► Se respondeu sim para uma dessas perguntas, consulte um médico!

Fonte: 015 - Secom - Governo de Rondônia

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