Sexta-Feira, 29 de Dezembro de 2017 - 09:19 (Colaboradores)

L
LIVRE

MEDIUNIDADE PARAMÉDICA - POR MAX DINIZ CRUZEIRO

Na idade média não existiam equipamentos elétricos nas civilizações humanas que pudessem contribuir para o diagnóstico de um ser humano.


Imprimir página

Imagine uma situação em que um paciente necessite de um diagnóstico médico rápido a fim de conter uma insuficiência em que o desejável é ser contida o mais rápido possível antes que acelere a degradação do corpo humano. Exames em profundidade geralmente requerem muitas análises e tempo para o processamento das informações. Na idade média não existiam equipamentos elétricos nas civilizações humanas que pudessem contribuir para o diagnóstico de um ser humano.

A civilização de Saturno é muito mais avançada que a civilização terrestre, embora tenha eclodido sua efervescência tecnológica na mesma época que nossa civilização. Acontece que o planeta terra passou por várias fases de instabilidade terrestre com grandes movimentos de massas terrestres e de aquíferos no qual o início de nossa civilização teve que ser reiniciado inúmeras vezes ocorrendo um atraso significativo da tecnologia, da memória e da conexão com outros eixos civilizatórios do espaço sideral.

Cientes da necessidade de patrulhamento do espaço quanto as incertezas de desgovernados corpos celestes e outros eventos cósmicos, a civilização de Saturno instalou há mais de 2.000 anos atrás, uma base no interior da lua, responsável por monitorar esta região e dar suporte ao desenvolvimento planetário do nosso planeta terra.

A mediunidade Paramédica foi a solução encontrada para coordenar informações, desde datas remotas, do corpo médico de várias unidades Estatais de nosso planeta que detinham baixo conhecimento necessário para um diagnóstico perfeito e grande necessidade por amparo da população.

Ela consiste em coordenar um equipamento em órbita que ao localizar a pessoa enferma colhe a informação interna (de seu continente psíquico), e projeta as feições do adoentado sobre a psique do médico.

O médico por sua vez, um perito observacional do seu conhecimento sobre patologias, sabe precisar que uma sensação em uma região interna que eclode como uma impressão no próprio corpo do médico, significa, com o cruzamento de informações que a região em funcionamento afetada caracteriza um problema que pode ser resolvido a partir de seu conhecimento prévio.

Esta técnica milenar indicava que os médicos deviam ser pessoas bem sadias e com experimento vivencial para perceber as aflições humanas, que, sem grandes instrumentações para consulta, lançavam o seu palpite em face do conhecimento complementar interno.

O problema estava na confusão psicológica, da projeção do pensamento do médico contaminar a observação do mapa psíquico que fora projetado dos instanciamentos que provinham do paciente.

Então os médicos em sua fase de estudo e formação primitiva passavam por um profundo treinamento para distinguir o que era lançado em sua mente, o que era vivência própria de seus pensamentos, e o que era projeção relativa ao desejo de diagnosticar o paciente segundo as convicções internas.

O médico bem treinado sabe exatamente a diferença de um instanciamento neural seu e um instanciamento neural do paciente que está em sofrimento conectado a região de seu corpo onde ocorre a disfuncionalidade.

Este método se tornava falho todas as vezes que o médico não reconhecia o sinal e passava a idealizar o problema do adoentado, quando o seu egocentrismo desviava das diretivas do conhecimento.

Ou em seu arquivo mnêmico levantava a lembrança de enfermo passado com correlação ao tratamento recebido, e em vez de se guiar pelas evidências do relato do doente, estabelecia a conexão com suas convicções internas.

A interpretação do relato do paciente e as junções das imagens internas encaminhadas via controle remoto para o cérebro do médico, davam o cruzamento para um diagnóstico preciso, rápido e que controlava a dor e a angústia do paciente.

Porém, nos casos em que o paciente omitia fatos, nos casos em que o paciente era incapaz de pronunciar o motivo desta angústia, a incerteza sobre o diagnóstico contava apenas com a habilidade do médico de interpretar as feições encaminhadas pelos equipamentos.

A mediunidade Paramédica detém determinadas regras de comportamento. É facultado ao médico trabalhar em transe ou em regime de lucidez. A palavra final do diagnóstico é sempre do médico. Quando o médico acredita estar diante da “verdade” do diagnóstico sua certeza não é contestada. É de inteira responsabilidade do médico checar os itens de controle para que o seu conhecimento, venha à tona, o tratamento correto para o paciente. E como item mais importante, o médico deve fazer a escuta consciente de seu paciente.

Assim como os psicólogos possuem uma linguagem própria do seu conhecimento, o continente psíquico também possui uma linguagem própria em que o médico especialista deve se orientar para a convicção do diagnóstico.

Outro fator importante é que o médico apenas detém o conhecimento restrito de sua especialidade, arriscar em proferir um diagnóstico baseado na impressão interna de sugestão para o tratamento de área adversa é colocar em risco a saúde do paciente.

Na atualidade a Mediunidade Paramédica continua ativa em vários centros de pesquisa na medicina, principalmente aqueles que mantém uma conexão com tratamentos tradicionais. Geralmente interligado com denominações religiosas, ou grupo de médicos não reconhecidos pela ciência oficial, conhecidos como curandeiros ou raizeiros.

No meio acadêmico existem alguns médicos que trabalham em parceria neste modelo de transferência de conhecimento, porém anônimos dentro da ciência para não sofrerem sansões disciplinares por desconhecimento da corporação.

Fonte: 012 - Max Diniz Cruzeiro

Noticias relacionadas

Comentários

Veja também

Outras notícias + mais notícias