Domingo, 17 de Dezembro de 2017 - 18:51 (Educação)

L
LIVRE

ACADÊMICOS DA CIPERON EXTREMA FAZEM MANIFESTAÇÃO BUSCANDO SEUS DIREITOS

Os acadêmicos falam até da coação que sofreram por parte de advogados da CIPERON para fazerem o pagamento das parcelas. Um dos acadêmicos conta que vendeu um carro para fazer os pagamentos , e isso se deu uma semana antes da bomba estourar


Imprimir página

PONTA DO ABUNÃ - A situação da faculdade CIPERON/NORTE EDUCACIONAL já é conhecida por todos, pois a situação foi divulgada nos meios de comunicação nacional, contudo não foi comentado o fato dos alunos da Ponta do Abunã que também foram prejudicados.

Neste sábado dia 16/12, parte dos acadêmicos da CIPERON Extrema fizeram uma manifestação reivindicando seus direitos e também para mostrar que estão agindo e lutando para terem seus estudos reconhecidos, pois a maioria estudou quase quatro anos, e na história da CIPERON, num total de quase 12 anos de funcionamento, muitos já formados e trabalhando poderão ser demitidos e até processados por utilizar diploma falsos.

A manifestação promovida pelos acadêmicos CIPERON Extrema teve início da concentração às 16:00 horas em frente a escola municipal 13 de Maio, onde era ministrado as aulas da faculdade, e fizeram uma passeata pelas ruas do distrito e terminando o manifesto em frente o Núcleo de Ensino da Ponta do Abunã.

Alguns acadêmicos deram depoimento falando sobre a situação em que se encontram e também falaram de suas indignações de como as secretarias de educação e justiça em geral deixaram a CIPERON  funcionar por 12 anos sem fiscalização, e como os acadêmicos diplomados conseguiram ser contratados pelas prefeituras sem uma verificação na documentação. Isso tudo traz um incógnita.

Várias suposições foram cogitadas em sites que trouxeram esse assunto, mas nenhum falou algo de concreto que pudesse abrandar a aflição dessas pessoas ou pelo menos ascender uma luz no fim do túnel, mas independente disso, os acadêmicos da CIPERON Extrema fizeram essa manifestação para mostrar que não estão parados e que vão buscar uma solução, pois somando com eles são mais de 1300 acadêmicos que foram “roubados” em seus sonhos e dignidade.

Os acadêmicos falam até da coação que sofreram por parte de advogados da CIPERON para fazerem o pagamento das parcelas. Um dos acadêmicos conta que vendeu um carro para fazer os pagamentos , e isso se deu uma semana antes da bomba estourar.

 

.

Fonte: rofronteiras.com.br

Noticias relacionadas

Comentários

Veja também

Outras notícias + mais notícias